quinta-feira, 29 de setembro de 2011

antiga perseguição

É quanto tupo perde o sentido, de novo, que a história da queijadinha faz sentido. A felicidade em fuga, do doce do café que anula, o suave sabor daquele doce, como qualquer tristeza que permanece, insistente em te fazer deixar par trás o que menos desejo nesse momento. Fechar os olhos, brandos  nunca mais os abrir, uma vez por toda, parece a solução mais fácil, ao menos parece.


Quero me deixar cair, esvair, nunca mais ter que olhar para minha própria imagem, não de novo, já chega, estou farta! Correr, ir embora, mesmo sem ter pra onde, isso tudo me mantém deprimida, e se pudesse, tiraria minha própria vida. Vejo cordas, vejo metais, e só penso nela, ela me persegue, me chama o tempo todo. Estou resistindo, e logo, vendo-me render a tentação. 

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