segunda-feira, 18 de agosto de 2008

-sem título, sem parágrafo

Eu escrevia não por escrever, não com lápis e papel, não. Eu escrevia, em meus pensamentos, porque era assim que eu via um refúgio pras horas ruim. Eu pensava, em frases... Muitas frases, em tantas delas que eu nem me recordo parte da metade, eu paro, penso... Aquela situação poderia ser explicada dessa maneira, mas e aquela maneira...
Não, eu não anoto. Passar para o concreto, idéias é uma coisa que eu acho desnecessária, uma coisa rude, minhas palavras não foram feitas para serem concretas, foram feitas para ser jogada de uma forma desuniforme e agradável para que cada leitor as entenda de uma maneira diferente mostrando a cada um que mesmo tentando ser igual é diferente. Se eu as escrevesse, totalmente alinhadas, como naqueles livros, elas não seriam as minhas palavras, nem a minha maneira de escrever, ela seria a deles. E nada que pertença a mim é deles, até por que nada pertence a mim, como nada pertence a você.
É assim o que eu escrevo coisas que não façam sentido, talvez... Coisas que não tenham nexo. Apesar de que sempre tem. Sempre tem um sentido atrás do outro sentido que te faz levar ao infinito universo. São coisas jogadas nos textos, e essas coisas são altamente perceptíveis aos que sabem realmente ler...
...eu não posto 1 texto. Definitivamente, não.

3 contaminados adivertem:

Jonathan disse...

Sensibilidade é um dom raro hoje em dia, absolutamente.

к.м.    disse...

Nhuuuuin... eu concordo com vc, e penso o mesmo-mesmo-mesmo q você...
# -Novidadeee ¬¬ #

Tenhamo Manaaa...

Saudades suas

o Bom Pastor disse...

Li em algum lugar sobre hiperlinks.
(:
toda mentira / bagunça tem um pouco de verdade / organização.